Nos
holocaustos quiméricos, atrozes da própria consciência
Combato
dia a dia, a prole desventurosa do ego animalizado
Pensamentos
ínfimos, mesquinhos, do meu eu desajustado
Sucumbem
ao luzeiro plácido da evolução em proeminência
Esse
largo caminho vagaroso e polimórfico da eternidade
Nos
eleva da imaturidade da criança a experiencia do ancião
Transmutando
corpos e ignorâncias ao lapidar da erudição
Nos
ciclos efêmeros, transeuntes da multidimensionalidade
Quintilhões
infindos de astros luzentes nesta admirabilidade
Estão
sincronizados, atados a tautocronia de um zeptosegundo
É
Deus a orquestrar sinfonias espectrais em muitos mundos
Provando
assim, que nem o nada provém da ocasionalidade
Do
micro ao macro tudo acossa o caminho da evolução, pois
Por
dignidade, buscarei mais humanidade, na fonte da criação




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